Líder não só no nome
A maioria dos brasileiros já presenciou a
situações de campanha em que o candidato anda de ônibus, come pastel na
feira, abraça eleitores e para demonstrar com essas atitudes que também
é uma pessoa do povo. Depois que chegam ao poder, a situação se torna
diferente, os eleitos ficam cada vez menos acessíveis e pela posição
ocupada acabam se afastando do convívio com a população, não sabendo se
suas medidas estão sendo cumpridas ou não nas ruas.
ó que nem sempre a assinatura de um
documento ou a expedição de uma ordem, fazem com que o serviço seja
realmente executado de maneira que atenda às necessidades da população.
Uma atitude do prefeito de Wenceslau Braz de fazer o trajeto de ônibus
para vistoriar o serviço reforça, (não de maneira desconfiada, mas
responsável) a ideia de que o gestor precisa ouvir a população, não só
durante a campanha eleitoral, mas nos quatro anos de trabalho.
Vistoriar serviços é, acima de tudo, saber se o que é decidido dentro do
gabinete está sendo aplicado fora, sentar num banco de ônibus é sentir o
que o trabalhador sente todos os dias, o que não é vergonhoso ou
humilhante, transmiti dignidade e segurança.
É preciso acompanhar, conversar,
ouvir, ser líder! Fica de exemplo para qualquer chefe das mais diversas
áreas que lideram esse país, estar presente é necessário para otimizar o
serviço, tanto púbico, quanto privado. Examinar o que está sendo feito
ajuda na hora de cobrar e também de enaltecer uma função que está sendo
bem cumprida.
É bom também lembrar que cargos eletivos
existem para que um fale por todos, cobre em nome do coletivo que é sua
excelência, O Povo.
Fonte:http://www.folhaextra.com/lider-nao-so-no-nome/
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