Rotina exaustiva faz trabalhadores procurarem atendimento apenas quando não há outra alternativa; além dos postos serem localizados nas áreas urbanas, fator que desfavorece acompanhamentos médicos
A rotina do homem do campo sempre foi árdua e cansativa, isso talvez
explique porque desde meados do século XXI a população rural está cada
vez menor. Um dos fatores que contribui para a elevação nos índices de
êxodo é a difícil jornada de trabalho que lhes é atribuída, muitas
vezes não recompensada financeiramente.
Na maioria das vezes sem carteira assinada fazendo com que os trabalhadores não
tenham seus direitos legalizados.
Nas áreas rurais do município de Wenceslau Braz o que predomina é o
cultivo de frutas, legumes, lavouras e produção leiteira, que demanda
tempo e dedicação. Contudo, quando se trata dos cuidados necessários com
o corpo, muitos acabam negligenciando a própria saúde.
Não bastando à cultura de “descuido com a saúde”, o trabalhador do campo é exposto a situações de risco constantemente como pulverização de venenos sem proteção adequada, muitas vezes utilizando equipamentos obsoletos prestes a explodir; exposição solar sem filtro, uma das principais causas de câncer de pele, melasma, degradação da visão; etc.
TRATAMENTO MÉDICO
Somado a inúmeros fatores de risco e desleixo que causam problemas de saúde, a maior parte dos trabalhadores rurais não comparecem até o posto de saúde da cidade para receber atendimento, normalmente procuram ajuda médica quando a situação já está avançada ou fora de controle.
A alegação dos trabalhadores para o adiamento extremo da ida ao médico está diretamente ligada á falta de acesso e a dificuldade no deslocamento para realizar os procedimentos. Apesar de ser uma ótima saída para a ampliação dos atendimentos ao homem do campo, os próprios moradores entendem que a construção de um posto não é viável, pelo número reduzido de pessoas, mas sugerem outras soluções para o problema.
“Seria bom se tivesse uma veículo de atendimento que viesse prestar
serviços às pessoas nos bairros rurais, ajudaria bastante e seria um
incentivo para nos cuidarmos com maior frequência. Sabendo o dia da
visita todos se reuniriam para receber atendimentos”, cita o morador
Sebastião Inocêncio dos Santos.
Outra medida de cuidado com a saúde dos trabalhadores rurais seria a obrigatoriedade do fornecimento de EPI (equipamentos de proteção individual) por parte dos proprietários de fazendas, agricultores e as demais áreas que necessitam de mão de obra humana.
Esses cuidados podem prevenir doenças naqueles que já tem uma jornada de trabalho exaustiva e extensa.
O homem do campo adia suas idas ao médico, ora pelo longo tempo de espera, ora pelo árduo trajeto até a cidade, que algumas vezes é feito a pé.
Segundo informações do posto de saúde que atendem o público rural em Wenceslau Braz, as causas mais decorrentes que os levam a procurar assistência médica são problemas de fadiga, dores fortes no corpo e acompanhamentos pré-natais. Já a causa dos óbitos se dão, na maioria das vezes, por infarto (ataque cardíaco) que tem como principais causas o colesterol alto, a hipertensão e o tabagismo, fatores de risco que passam desapercebidos mediante a ausência de exames e acompanhamento médico.
fonte: folha extra
Na maioria das vezes sem carteira assinada fazendo com que os trabalhadores não
tenham seus direitos legalizados.
Não bastando à cultura de “descuido com a saúde”, o trabalhador do campo é exposto a situações de risco constantemente como pulverização de venenos sem proteção adequada, muitas vezes utilizando equipamentos obsoletos prestes a explodir; exposição solar sem filtro, uma das principais causas de câncer de pele, melasma, degradação da visão; etc.
TRATAMENTO MÉDICO
Somado a inúmeros fatores de risco e desleixo que causam problemas de saúde, a maior parte dos trabalhadores rurais não comparecem até o posto de saúde da cidade para receber atendimento, normalmente procuram ajuda médica quando a situação já está avançada ou fora de controle.
A alegação dos trabalhadores para o adiamento extremo da ida ao médico está diretamente ligada á falta de acesso e a dificuldade no deslocamento para realizar os procedimentos. Apesar de ser uma ótima saída para a ampliação dos atendimentos ao homem do campo, os próprios moradores entendem que a construção de um posto não é viável, pelo número reduzido de pessoas, mas sugerem outras soluções para o problema.
Outra medida de cuidado com a saúde dos trabalhadores rurais seria a obrigatoriedade do fornecimento de EPI (equipamentos de proteção individual) por parte dos proprietários de fazendas, agricultores e as demais áreas que necessitam de mão de obra humana.
Esses cuidados podem prevenir doenças naqueles que já tem uma jornada de trabalho exaustiva e extensa.
O homem do campo adia suas idas ao médico, ora pelo longo tempo de espera, ora pelo árduo trajeto até a cidade, que algumas vezes é feito a pé.
Segundo informações do posto de saúde que atendem o público rural em Wenceslau Braz, as causas mais decorrentes que os levam a procurar assistência médica são problemas de fadiga, dores fortes no corpo e acompanhamentos pré-natais. Já a causa dos óbitos se dão, na maioria das vezes, por infarto (ataque cardíaco) que tem como principais causas o colesterol alto, a hipertensão e o tabagismo, fatores de risco que passam desapercebidos mediante a ausência de exames e acompanhamento médico.
fonte: folha extra

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